O apoio de Flávio Bolsonaro à CPI no Senado marca um capítulo importante da política brasileira. Nesta segunda-feira (9), o senador formalizou sua adesão ao movimento que busca investigar a atuação dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli do Supremo Tribunal Federal (STF), com foco no chamado “Caso Master”.
Apoio Formal à CPI
Com a assinatura de Flávio, o pedido para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) atinge o quórum necessário de 27 assinaturas, conforme anunciado pelo senador Alessandro Vieira (MDB). Com a intenção de ampliar as investigações, Flávio esperou a consolidação do apoio antes de formalizar sua participação.
Expansão das Investigações
Em uma declaração, Flávio destacou que seu próximo passo será apresentar um requerimento para aditar o escopo da CPI. Sua proposta é incluir no rol de investigados o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, acusando-os de ações suspeitas que merecem investigação.
Tensão entre Poderes
Com o apoio formal do PL, o requerimento avança para os trâmites regimentais do Senado, intensificando a tensão entre o Legislativo e o Judiciário. A oposição se empenha em conectar figuras do Executivo e da alta cúpula econômica ao inquérito, que inicialmente visava apenas os ministros do STF, mostrando que o cenário político está se tornando cada vez mais complexo.
