Mário Thiago Queiroz de Carvalho, engenheiro civil nascido em Manaus, está à frente de um dos maiores projetos de infraestrutura global: o Aeroporto Internacional de Gia Binh, no Vietnã. Sua trajetória é marcada por desafios e realizações, e hoje, ele lidera um projeto que promete transformar a região em um hub estratégico no Sudeste Asiático.
A magnitude do projeto do Aeroporto Internacional de Gia Binh
O novo aeroporto não se limita a ser uma simples instalação. Com previsão para ter mais que o dobro da capacidade atual do aeroporto em Guarulhos, em São Paulo, o Gia Binh contará com dois terminais principais, um terminal VVIP, quatro pistas de pouso, hangares e uma estrutura logística robusta, incluindo hotéis e um terminal de cargas. Este projeto não só visa ampliar a capacidade de transporte aéreo, mas também integrará diversas formas de mobilidade na região.
Gestão Fast-Track e desafios enfrentados
Sob a liderança de Mário Thiago, as equipes de Project Management (PM) e Construction Management (CM) trabalham sob o modelo fast-track. Este método permite que o planejamento e a execução dos trabalhos ocorram simultaneamente. Essa abordagem exige um controle rigoroso de riscos e a coordenação de times multifuncionais, garantindo assim o cumprimento de prazos e a conformidade com as normas estabelecidas.
Da Amazônia ao mundo: a jornada de um engenheiro
Aos 37 anos, Mário Thiago traz consigo os valores de sua formação em Manaus. Iniciou sua carreira acadêmica em Economia, mas optou pela Engenharia Civil, participando de projetos importantes na sua cidade natal. Após uma experiência enriquecedora no Canadá, onde se especializou em infraestrutura e mobilidade urbana, ele retornou ao Brasil para se concentrar em projetos aeroportuários e se especializar na área de pistas e sistemas de navegação.
Agora, em Hanói, Mário aplica o conceito de ORAT (Operational Readiness and Airport Transfer), preparando seu time para garantir que o aeroporto funcione perfeitamente desde o primeiro dia de operação. Sua trajetória, de aspirações amazonenses a desafios internacionais, exemplifica a determinação e o potencial do engenheiro civil que acredita ainda haver muito a construir.
