Vídeo mostra momento em que professor da Ufam é assassinado e motivações reveladas

Vídeo mostra momento em que professor da Ufam é assassinado e motivações reveladas

A disputa entre vizinhos em Manaus resultou em um crime chocante. O professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Davi Said Aidar, foi assassinado em um contexto de rivalidade comercial envolvendo bares na região do bairro Lago Azul. Este trágico evento ocorreu no dia 6 de fevereiro e está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde Juliana da Rocha Pacheco é a principal suspeita de ordenar o homicídio.

Motivos por trás do assassinato

A rivalidade entre Davi e Juliana começou após a chegada do professor ao ramal Água Branca, que impactou negativamente as vendas do bar de Juliana. A competição crescente entre os dois estabelecimentos levou a desentendimentos e, aparentemente, a ameaças, culminando no crime. Juliana, proprietária de um bar na mesma área, teria ficado incomodada com a presença do professor e buscado apoio de pessoas próximas para eliminar o desafio comercial.

O plano arquitetado

Durante as investigações, a Polícia Civil revelou que Juliana teria contratado seu sobrinho, Lucas Santos de Freitas, para orquestrar o crime. Lucas, conhecido por ser agiota, recrutou pessoas com dívidas para participar da execução. Entre os envolvidos estavam Antonio Carlos Pinheiro Meireles, que atirou no professor, e dois outros cúmplices que ajudaram na logística do ato criminoso, sendo todos eles possuidores de antecedentes criminais.

A execução e as consequências

Três dias antes do crime, Lucas e Antonio monitoraram a rotina do professor. No dia fatídico, chegaram em uma motocicleta e dispararam 14 tiros, dos quais Davi foi atingido por sete, resultando na sua morte instantânea. Com a prisão de quatro envolvidos no crime, a polícia agora busca a captura de Juliana, que permanece foragida. A DEHS está intensificando a investigação, e qualquer informação sobre Juliana pode ser relatada pelos números disponibilizados pela polícia, garantindo sigilo ao denunciante.

Veja vídeo: